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Europa

Desenvolvimento comercial na Europa

Qual mercado europeu faz sentido como próximo passo — e como transformar uma lista de países em uma estrutura comercial sólida.

Para empresas brasileiras que já venderam para o Reino Unido ou para os Estados Unidos, o próximo mercado europeu costuma ser uma questão de ordem, não de sorte. Quem entra em três mercados ao mesmo tempo, em geral não constrói posição sólida em nenhum.

A ordem pesa mais do que a amplitude

Empresas que arrancam simultaneamente em três mercados costumam não ter posição consolidada em nenhum. Priorizamos pela aderência entre produto e estrutura de compra local, não pelo tamanho do mercado.

Mercados onde atuamos

  • Reino Unido e Irlanda — produtos técnicos, materiais de construção, venda por projeto.
  • França, Bélgica e Espanha — distribuição, prescrição técnica e venda por parceiros.
  • Países nórdicos: Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia — exigência técnica alta, processo de compra transparente.
  • Países de língua alemã como próximo passo, depois de consolidados os mercados-chave.

Da lista à estrutura

Para cada mercado priorizado definimos o canal de venda, os clientes-alvo, o perfil de parceiro, o prazo de maturação esperado e os indicadores que, depois de noventa dias, mostram se está funcionando.

Onde as empresas brasileiras mais travam

Um erro comum é copiar o mesmo site e a mesma abordagem de venda para vários países. O que na França passa por prescrição técnica funciona no Reino Unido mais por distribuidor e licitação — o canal precisa ser redefinido a cada mercado.

Perguntas frequentes

Em que ordem devemos atacar os mercados europeus?

Pela aderência entre produto, faixa de preço e estrutura de compra, não pelo tamanho do mercado. Um mercado menor com canal de venda claro e pouca concorrência costuma gerar faturamento sólido mais rápido do que um mercado grande e disputado.

Dá para atacar vários mercados ao mesmo tempo?

Tecnicamente sim, comercialmente raramente compensa. Quem divide orçamento e atenção entre três mercados costuma não construir uma rede de parceiros consistente em nenhum deles. Uma construção sequencial, com metas claras por mercado, costuma render mais.

Cada mercado precisa de um canal de venda próprio?

Na maioria dos casos sim, porque o hábito de compra e a estrutura comercial mudam de país para país. O que funciona por prescrição na França funciona mais por especificação técnica na Alemanha — o canal precisa ser reavaliado mercado a mercado, não copiado.

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